Como o estresse prejudica nossa saúde



Nas últimas décadas o estresse é citado como um mal da modernidade, mas ele acompanha a humanidade desde eras primitivas. Na época das cavernas, o estresse servia de estimulante para fugirem de perigos, no qual o estresse servia para produzir substancias para lutar e fugir.

Hoje em dia, não é muito diferente termos que correr, porém não necessariamente para fugir, mas para dar conta das coisas, dos negócios, da casa, do trabalho, dos filhos, etc... Hoje em dia, também temos assumido muito mais compromissos do que podemos, não apenas por opção, mas por obrigações e pressões da vida moderna.

Quando estamos sob estresse, o organismo libera adrenalina e cortisol, que são os principais hormônios descarregados nestes momentos de tensão.

A adrenalina, cuja função é bloquear o sangue em vários órgãos e enviá-lo aos músculos para corrermos das ameaças, pode levar à hipertensão quando fabricada em excesso. Já o exagero de cortisol, hormônio que libera açúcar na corrente sanguínea para servir de energia durante a fuga, pode até evoluir para diabetes em pessoas predispostas à doença.

O principal contratempo relacionado ao estresse é que ele prejudica o sistema imunológico, responsável por defender o corpo da proliferação de células cancerosas, vírus ou bactérias.

Quando isso acontece ficamos vulneráveis a qualquer tipo de problema: desde uma simples gripe até um câncer. O sistema imunológico são nossos soldados, eles que fazem toda a defesa do nosso organismo para manter nosso corpo funcionando, e o estresse neste ponto, faz com que o sistema imunológico trate o estresse como uma doença também, deixando outras doenças oportunistas de lado, ou competindo com elas.


Prejuízos à saúde


São vários os problemas causados pelo estresse:


Obesidade: Quem ainda não conhece uma pessoa que come muito quando está estressada. A pessoa fica comendo sem perceber, e quando vai ver, está com quilos extras.


Problemas na pele: em situações estressantes, as mulheres podem produzir uma quantidade maior de testosterona, o hormônio masculino. O resultado disso é o surgimento de acne, espinhas e muita oleosidade. E não para por aí: de acordo com uma pesquisa feita pela Sociedade Brasileira de Dermatologia do Rio de Janeiro (SBD-RJ) com 50 mil pacientes, um terço dos que apresentavam problemas de pele, como psoríase, vitiligo e herpes labial, sofriam influências emocionais, como estresse, depressão ou ansiedade.


Rugas: para piorar a situação, elas aparecem mais cedo. Isso porque, além de o estresse estimular a fabricação de radicais livres (moléculas que favorecem o envelhecimento da pele), a pessoa que vive estressada está sempre com os músculos da face franzidos.


Problemas gastrointestinais: a tensão constante pode causar prisão de ventre, diarreia, gastrite e úlcera.

Doenças cardíacas: um estudo realizado com servidores públicos em Londres e publicado na revista científica European Heart Journal, avaliou que aqueles com idade abaixo de 50 anos e portadores de estresse crônico tinham 68% mais chance de sofrer com doenças cardíacas quando comparados aos funcionários que atuavam em ambiente livre de estresse.


Qualidade de vida


Cabe lembrar que o estresse não só afeta a saúde como também a qualidade de vida. Geralmente quem está estressado tem dificuldade de se relacionar e se divertir, pois fica muito voltado para o fator estressor.

É importante ressaltar também que pessoas extremamente estressadas têm como sintomas a hipersensibilidade emotiva e a irritabilidade. Essa combinação pode ser explosiva e contribuir para reações violentas em diversos contextos, como após uma ‘fechada’ no trânsito, uma bronca do chefe ou uma reclamação da esposa (o).


Alguns dos sintomas do estresse:

  • Muito cansaço mental inclusive ao acordar;

  • Problemas de memória e concentração;

  • Pesadelos constantes;

  • Irrita-se com facilidade;

  • Perda do interesse sexual;

  • Doenças físicas ou emocionais, como depressão e transtornos de ansiedade;

  • Isolamento da sociedade.

Tratando o problema


Para evitar que o estresse tenha um efeito devastador sobre a vida e a saúde, é necessário ficar de olho nos sintomas e mudar alguns hábitos caso eles apareçam com frequência no cotidiano.

Praticar exercícios físicos, adotar uma alimentação balanceada, utilizar de técnicas de relaxamento e respiração profunda e ter uma visão realista dos acontecimentos estão entre as estratégias mais empregadas na prevenção e no controle do estresse.

Se mesmo assim for difícil regular os níveis de tensão, é melhor procurar ajuda profissional. Muitas vezes, é necessário contar com o auxílio de um psicólogo especializado em estresse e de um médico no caso da presença de doenças, como hipertensão ou úlcera.


O tratamento para o estresse envolve mudanças, mude suas rotinas, faça viagens, pratique exercícios, converse mais com amigos, saia de casa com frequência, analise o que você tem de bom na vida, a família, o trabalho, as conquistas, curta isso. Organize e enumere seus problemas e pense como você pode resolver cada um deles, e comece um por vez, mas não se esqueça de “viver”, fazendo as coisas no qual mais gosta. Não se isole do mundo, sua família e seus verdadeiros amigos, são sempre seus melhores companheiros a ajudar neste controle.

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